• Lei institui no Rio de Janeiro o Marco Legal Mães na Ciência

    O Rio de Janeiro conta, a partir desta segunda-feira (8), com novo instrumento de promoção da equidade de gênero na produção científica. A Lei 11.213, que trata do assunto, foi sancionada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, já publicada no Diário Oficial do estado, que institui o Marco Legal Mães na Ciência.

    A legislação estabelece diretrizes para garantir apoio a mães e adotantes na graduação e na pós-graduação, assegurando condições mais justas para a permanência e para a progressão acadêmica.

    A lei veda a adoção de critérios discriminatórios contra candidatas por motivo de gestação, parto, nascimento de filho, adoção ou guarda judicial para fins de adoção em todos os processos seletivos e de renovação de bolsas de pesquisa, ensino e extensão.

    Ao mesmo tempo, a lei proíbe a formulação de perguntas sobre planejamento familiar em entrevistas, avaliações ou documentos de inscrição, salvo quando a candidata manifestar a intenção de tratar do tema.

    As universidades públicas estaduais, bem como a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), devem adotar mecanismos de equidade e reconhecimento no âmbito do Marco Legal Mães na Ciência.

    A legislação vai observar autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira das instituições de ensino superior e os objetivos do Programa Estadual de Incentivo ao Protagonismo das Mulheres na Ciência.

    A lei reconhece o trabalho de cuidado, especialmente da maternidade e da adoção, na avaliação de mérito acadêmico, produtividade científica e análise curricular, para fins de pontuação em processos seletivos de bolsas e editais de monitoria, iniciação científica, extensão, mestrado, doutorado e pós-doutorado.

    Fortalecimento

    Segundo o governo fluminense, por meio de sua assessoria de imprensa, a Faperj já mantém ações voltadas ao fortalecimento da participação feminina na ciência.

    O Marco Legal Mães na Ciência vem reforçar, entre outras ações da Faperj, o Programa de Apoio às Cientistas Mães, destinado a pesquisadoras vinculadas a instituições de pesquisa do estado do Rio de Janeiro.

    A iniciativa oferece auxílio de até R$ 120 mil por projeto para apoiar a retomada e a continuidade da produção científica por pesquisadoras que tiveram filhos nos últimos anos e também mães de crianças com deficiência.

    Foram adotadas também pela Fundação medidas que consideram o período de licença-maternidade na avaliação de currículos acadêmicos, a concessão de licença-maternidade para bolsistas e a possibilidade de inclusão de despesas relacionadas ao cuidado infantil em determinados editais de fomento.

    De acordo com a presidente da Faperj, Caroline Alves, “quando apoiamos uma mãe cientista, não estamos investindo apenas em uma pesquisadora. Estamos investindo em uma família, em uma geração futura e no fortalecimento de toda a ciência”. Admitiu que, durante longo tempo, as mulheres precisaram escolher entre a maternidade e a carreira acadêmica.

    “Hoje, nosso compromisso é garantir que nenhuma mulher precise abrir mão de um sonho para realizar o outro”, afirmou Caroline.

    Mais incentivo

    Segundo a Faperj, o incentivo à participação feminina na ciência ocorre ainda por meio do Programa de Apoio à Jovem Cientista Mulher Dra. Tatiana Sampaio.

    Esse programa é dirigido a pesquisadoras com até 12 anos de doutoramento e objetiva ampliar a presença de mulheres em posições de liderança científica. Em 2026, o edital recebeu investimento de R$ 10 milhões.

    Além do fomento financeiro, a Faperj promove ações de valorização e visibilidade das pesquisadoras fluminenses, como o evento Mulheres na Ciência, que reúne pesquisadoras, gestoras e instituições para debater desafios e políticas públicas voltadas à equidade de gênero, e o Prêmio Mulheres na Ciência, que reconhece trajetórias de destaque em diversas áreas do conhecimento.

  • Governo suspende vacina contra a dengue do Butantan

    O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (08/06) a suspensão temporária e preventiva da aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. A medida foi adotada após o registro de 42 notificações de reações adversas graves possivelmente associadas ao imunizante, incluindo três casos classificados como graves, entre eles duas mortes que seguem sob investigação. Com informações do Metrópoles.

    A decisão foi divulgada durante uma coletiva de imprensa com a participação de representantes do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da direção do Instituto Butantan. Segundo as autoridades, a suspensão permanecerá em vigor enquanto são realizados estudos para apurar uma eventual relação entre os eventos adversos e a vacinação.

    De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 500 mil doses da vacina já foram aplicadas em todo o país desde o início da campanha de imunização. Todos os casos notificados estão sendo analisados por equipes técnicas da pasta, da Anvisa e do Instituto Butantan, que acompanham a evolução das investigações.

    Desenvolvida pelo Instituto Butantan, a vacina é considerada a primeira contra a dengue produzida integralmente no Brasil e também a primeira do mundo com esquema de dose única. A campanha de vacinação teve início neste ano, com prioridade para profissionais da área da saúde.

    Como medida de precaução, o Ministério da Saúde orientou que pessoas imunizadas nos últimos 21 dias procurem uma unidade de saúde para acompanhamento. A recomendação tem como objetivo monitorar possíveis reações adversas e garantir assistência médica em caso de sintomas que possam estar relacionados à vacinação.

    Foto: Divulgação/ SesabVacina
  • Diabetes pode dar sinais na pele, nos olhos e até nos pés. Saiba quais

    O diabetes mellitus é uma doença crônica que afeta a forma como o corpo processa a glicose. Quando não é controlada, a enfermidade provoca o acúmulo de açúcar na corrente sanguínea. Esse desequilíbrio causa danos silenciosos em vários órgãos e tecidos ao longo dos anos. Muitas vezes, o paciente convive com a condição sem saber que está doente. As informações são do Metrópoles.

    No entanto, o organismo costuma emitir alertas visíveis na superfície do corpo. A pele é frequentemente um dos primeiros órgãos a manifestar os efeitos do diabetes de forma clara.

    Fique atento às manifestações cutâneas:

    Manchas escuras: O surgimento de áreas escurecidas e aveludadas é um sinal comum. Essas manchas aparecem principalmente nas dobras do corpo, como axilas, pescoço e virilha. Esse sintoma indica a presença de resistência à insulina.

    Ressecamento extremo e coceira: O diabetes causa a desidratação das células cutâneas. A pele fica excessivamente seca, descamando com facilidade e gerando coceira intensa.

    Infecções frequentes: O excesso de glicose enfraquece o sistema imunológico. Isso facilita o surgimento de micoses, frieiras e infecções bacterianas como o terçol e furúnculos.

  • Sesapi e IFPI levam cuidados de saúde e práticas integrativas ao Festival de Pedro II

    A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi), por meio da Gerência de Atenção Primária à Saúde e da Diretoria de Saúde Mental, em parceria com o Instituto Federal do Piauí (IFPI), está presente no 20º Festival de Inverno de Pedro II com a Tenda Ser e Cuidar.

    A ação busca promover saúde, bem estar e cuidado integral à população e aos visitantes do evento, por meio das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), reconhecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    Foto: Ascom Sesapi

    Entre as práticas ofertadas estão auriculoterapia, reiki, aromaterapia, ventosaterapia e massagem, proporcionando momentos de relaxamento, equilíbrio e fortalecimento do bem-estar físico, mental e emocional.

    A iniciativa reforça a parceria da Sesapi com o Projeto Ser e Cuidar do IFPI e o compromisso com a promoção da saúde e a ampliação do acesso às práticas que valorizam a escuta qualificada, o acolhimento e o cuidado humanizado.

    Foto: Ascom Sesapi

  • FMS lança Projeto Sasakawa para reforçar combate à hanseníase em Teresina

    A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina intensificou o combate à hanseníase com o lançamento do Projeto Sasakawa, que tem como meta reduzir os índices da doença e enfrentar o estigma social. A iniciativa conta com apoio da Fundação Nippon, do Japão, e do Ministério da Saúde.

    Em maio, agentes comunitários de saúde foram capacitados e já estão em campo realizando atividades educativas em unidades básicas de saúde, escolas, praças e igrejas. A ação segue até 12 de junho, com foco na informação de qualidade e na detecção precoce de novos casos.

    Entre os dias 08 e 12 de junho, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e profissionais de laboratório participam de treinamento teórico e prático. Na segunda-feira,  dia 8, o Auditório Fiocruz do Sertão recebe capacitação integral sobre diagnóstico, tratamento e prevenção de incapacidades. De 9 a 12, o Centro Maria Imaculada (CMI), referência regional, será palco das atividades práticas de atendimento.

    Foto: FMSTeresina intensifica combate à Hanseníase com lançamento de projeto japonês

    Apesar da queda nos registros nos últimos anos, Teresina ainda é considerada área de alta endemicidade. Dados do SINAN/FMS mostram que, em 2025, foram diagnosticados 193 novos casos, o equivalente a 7,2 ocorrências por 100 mil habitantes.

    Segundo Lana Coelho, enfermeira do Núcleo de Doenças Negligenciadas da FMS, o projeto também aposta na humanização do atendimento. “A hanseníase tem cura, mas o preconceito e a desinformação ainda são barreiras para o diagnóstico precoce. Por isso, neste projeto, o profissional é capacitado não apenas para tratar a pele ou o nervo, mas para acolher o paciente e enfrentar o estigma social”, afirma.

    Para a presidente da FMS, Leopoldina Cipriano, a iniciativa coloca Teresina em destaque na vigilância em saúde. “Integramos assistência médica, educação e direitos humanos para que a capital avance rumo à eliminação da doença”, ressalta.

  • Maternidades da FMS realizam mais de 2,1 mil testes do pezinho em recém-nascidos em Teresina

    Entre janeiro e maio de 2026, as maternidades da Fundação Municipal de Saúde (FMS) realizaram 2.118 testes do pezinho em recém-nascidos. Os exames foram feitos nas maternidades dos bairros Buenos Aires, Satélite, Dirceu e Promorar, com as amostras encaminhadas para análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). O dado foi divulgado em alusão ao Dia Nacional do Teste do Pezinho, comemorado neste sábado (06/06), data que reforça a necessidade de ampliar a cobertura e garantir acesso ao exame.

    A distribuição dos exames foi a seguinte: maternidade Buenos Aires com 716 testes; maternidade do Dirceu com 400 testes; hospital do Satélite com 460 testes e hospital do CIAMCA/Promorar com 542 testes. O resultado reforça a importância da campanha Junho Lilás, que busca conscientizar a população sobre a relevância do Teste do Pezinho para a detecção precoce de doenças genéticas, metabólicas e infecciosas graves que podem comprometer o desenvolvimento da criança. 

    O exame é realizado por meio da coleta de gotas de sangue do calcanhar do bebê e permite identificar precocemente condições como fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, fibrose cística, doença falciforme e outras enfermidades que, quando diagnosticadas nos primeiros dias de vida, têm maiores chances de tratamento eficaz. 

    "A coleta deve ser feita preferencialmente entre o 3º e o 5º dia de vida do recém-nascido, período em que os resultados apresentam maior precisão e possibilitam o início rápido do acompanhamento e tratamento, quando necessário", ressalta Francina Amorim, diretora da maternidade do Satélite. Ela orienta pais e responsáveis a procurarem a unidade de saúde mais próxima caso o bebê ainda não tenha realizado o exame, garantindo assim mais segurança e qualidade de vida às crianças desde os primeiros dias de vida.

    Foto: Rodrigo Nunes/ MSMaternidades da FMS realizam mais de 2,1 mil testes do pezinho em recém-nascidos
  • FMS reabre 45 consultórios odontológicos e amplia atendimentos em 66% em Teresina

    A  Fundação Municipal de Saúde (FMS) já conseguiu reabrir 45 consultórios odontológicos espalhados por Teresina que estavam fechados ou interditados pelo Conselho Regional de Odontologia (CRO). Com essa reabertura, foi registrado um aumento de 66% no número de atendimentos realizados em 2025, se comparado ao ano de 2024. A medida representa a recuperação de quase todos os consultórios que estavam inoperantes no início da gestão.

    Outro avanço da nova gestão foi obter junto ao Ministério da Saúde a habilitação do Centro de Especialidade Odontológica (CEO), que passou de tipo II para tipo III. Essa mudança garante maior repasse de recursos federais e fortalece o atendimento especializado. O resultado veio da reorganização dos processos de trabalho, do empenho das equipes e da aquisição de insumos. Com isso, os CEOs do Lineu Araújo e da Barão de Gurguéia registraram aumento de 120% nos atendimentos em 2025, em comparação a 2024.

    Mais uma iniciativa inédita que também marcou a saúde pública foi a implantação do primeiro serviço odontológico voltado para pacientes que estão internados em leitos hospitalares da rede pública municipal de Teresina. A iniciativa pioneira acontece no Hospital Ozéas Sampaio (Matadouro) e consiste na avaliação odontológica realizada diretamente no leito, sempre respeitando o estado clínico de cada paciente.

    Dante Oliveira, gerente de saúde bucal da FMS, destacou o esforço da equipe: “Foi necessário um grande esforço para reorganizar e recuperar a capacidade de atendimento. Identificamos desafios estruturais e a necessidade de insumos odontológicos. Desde então, a equipe da FMS tem trabalhado continuamente para reativar os serviços e ampliar a oferta à população nessa área”, afirmou.

    Foto: FMSFMS reabre 45 consultórios odontológicos que estavam interditados em Teresina

    Conheça o fluxo do atendimento odontológico pela FMS

    Dante Freitas explicou que o atendimento odontológico pela FMS em Teresina começa nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), onde são realizados procedimentos de rotina como avaliação da saúde bucal, limpeza, remoção de tártaro, restaurações, extrações dentárias e ações preventivas, como educação em saúde bucal, escovação supervisionada e aplicação de flúor.

    Para casos de urgência, como dor de dente, há 6 pontos de atendimento que funcionam diariamente, 24 horas (UPA do Satélite, UPA do Renascença, UPA do Promorar, Hospital da Santa Maria da Codipi, Hospital do Matadouro e Hospital do Monte Castelo). Já nos casos mais complexos, as unidades de saúde encaminham os pacientes para um dos três Centros de Especialidades Odontológicas (CEO). Nessas unidades, são realizados procedimentos como tratamento de canal, cirurgias de maior complexidade, atendimento a pessoas com deficiência e diagnósticos de câncer bucal, sempre em complementação à Atenção Básica.

    A população pode obter mais informações sobre o funcionamento da rede odontológica de Teresina pelo serviço “Zap Odonto”, em dias úteis, de 8h às 17h, por meio do telefone (86) 98179-2576.

  • Iaspi Saúde supera 1 milhão de atendimentos nos cinco primeiros meses deste ano

    O Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Piauí (Iaspi) retornou esta semana o atendimento presencial em sua sede, à Rua Sete de Setembro, 121- Centro de Teresina. O instituto também divulgou os números dos cinco primeiros meses de 2026, um total de 1.262.674 atendimentos, incluindo consultas eletivas (196.304), consultas de urgência (36.058), exames de urgência (86.310), exames eletivos (624.125), terapias (235.224), consultas odontológicas  (16.128) e exames odontológicos (68.525).

    Os números mostram a importância do plano tanto para os servidores públicos como para a economia do setor de saúde. Maior plano de saúde do Estado, o Iaspi Saúde tem em sua carteira 173 mil usuários, a maior rede credenciada para atendimento ambulatorial e hospitalar e conta ainda com o diferencial de oferecer atendimento odontológico sem custo adicional ao usuário.

    Para a diretora-geral do Iaspi, Daniele Aita, “os números mais que expressivos comprovam a grandeza do plano e demonstram a capacidade de fornecer uma resposta satisfatória às necessidades dos usuários. A resolutividade das demandas mostra que o Iaspi Saúde vem cumprindo sua missão”.

    Foto: Ascom IaspiIaspi Saúde supera 1 milhão de atendimentos nos cinco primeiros meses deste ano

    Atendimentos

    Em janeiro, foram 43.838 consultas eletivas e 5.921 consultas de urgência autorizadas pelo plano. Os exames de urgência somaram 15.442 e eletivos fecharam o mês em 130.847. Já as terapias seriadas somaram 35.061 atendimentos, as consultas odontológicas foram 4.110 e os exames odontológicos chegaram a 16.251 procedimentos.

    Em fevereiro, tivemos 33.458 consultas eletivas;  6.035 consultas de urgência; 16.404 exames de urgência e 108.626 exames eletivos autorizados pelo Iaspi Saúde. No mesmo mês as terapias seriadas somaram 35.152, as consultas odontológicas 2.839 e 11.728 exames odontológicos. No mês de março contabilizamos 43.382 consultas eletivas; 8.308 consultas de urgência; 20.449 exames de urgência; 137.153 exames eletivos; 48.587 terapias seriadas; 3.425 consultas odontológicas e 14.221 exames odontológicos.

    Foto: Reprodução/Gabriel Torres

    Em abril foram 37.060 consultas eletivas, 7.541 consultas de urgência, 18.759 exames de urgência, 117.976 exames eletivos, 44.692 terapias seriadas, 2.977  consultas odontológicas e 11.826 exames odontológicos. No mês de maio, foram 38.567 consultas eletivas, 8.253 consultas de urgência, 15.256 exames de urgência, 129.524 exames eletivos, 72.887 terapias, 2.977 consultas odontológicas e 14.499 exames odontológicos.

    Para Daniele Aita, “temos, sim, problemas, o que é compreensível quando se lida com saúde e atendendo um universo tão grande e diversificado, mas a gestão trabalha para simplificar, modernizar e agilizar o atendimento”, garante a gestora.

    Com 70% das demandas podendo ser atendidas de forma on-line, as tecnologias à disposição dos usuários e servidores buscam oferecer uma resposta satisfatória que o serviço de saúde fornece ao usuário quando se deu atendimento.

    Atendimento

    Para ficar mais próximo ao usuário a gestão coloca à disposição a sua Ouvidoria Setorial, de forma presencial ou por telefone (86) 99491-4207, das 7h às 13:30, e a Central de Atendimento, pelo telefone 2222-0320 (WhatsApp e ligação) com atendimento humano das 7h às 19h, e atendimento virtual 24h.

  • FMS informa sobre o funcionamento dos serviços de saúde no feriado de Corpus Christi em Teresina

    A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informa que, dia 04 de junho – feriado de Corpus Christi – os serviços considerados essenciais estarão em funcionamento. Já os ambulatoriais e administrativos estarão fechados, retomando seu funcionamento normal na sexta-feira (05/06).

    As urgências e emergências dos hospitais, maternidades e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da rede pública municipal de Teresina funcionarão normalmente no feriado, incluindo o Hospital de Urgência de Teresina (HUT). O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também atenderá normalmente, com médicos reguladores, operadores de rádio e telefonistas auxiliares de regulação médica.

    O Laboratório Raul Bacellar estará de plantão para atender as demandas da rede hospitalar. O Centro de Zoonoses também estará aberto durante esses dias, com equipe e veterinário para atendimento de vacina e outras demandas, nos horários das 8h às 17h.

    Já as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e a parte ambulatorial dos hospitais (marcação de consultas, exames e vacinação) não abrirão durante o feriado. O Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo, por ser parte da rede ambulatorial, volta normalmente no dia 05. O setor administrativo da FMS também fecha no feriado e volta na sexta-feira (05/06).

    Os seis CAPS, responsáveis pelo atendimento a pessoas com transtornos mentais severos e administrados pelo município, não funcionarão durante o feriado. A exceção será o CAPS III, que permanecerá aberto, com atendimento ininterrupto 24 horas por dia.

    Foto: FMSUPA Satélite
  • FMS anuncia obras em 22 UBS para fortalecer atenção básica em Teresina

    A Fundação Municipal de Saúde (FMS) deu início às obras de reforma em três Unidades Básicas de Saúde (UBS): Cidade Verde e Adelino Matos, na zona norte, e Irmã Dulce, na zona sul. Os trabalhos já estão em andamento e têm como objetivo modernizar a infraestrutura e garantir melhores condições de atendimento à população. Além dessas três unidades, a FMS possui cronograma para iniciar obras em outras 19 UBS de Teresina ainda em 2026.

    As próximas unidades que receberão melhorias são: UBS Teresina Sul, UBS Três Andares, UBS São Pedro, UBS Vamos Ver o Sol, UBS Santa Maria da Codipi, UBS Parque Wall Ferraz, UBS Mafrense, UBS Mocambinho, UBS Jacinta II, UBS Nova Brasília, UBS Planalto Ininga, UBS Dois Irmãos, UBS Soinho, UBS Cidade Jardim, UBS Alto da Ressurreição, UBS Carlos Alberto Cordeiro, UBS Novo Horizonte, UBS Usina Santana e UBS Atalaia. Os investimentos contam com recursos próprios da Fundação e também com apoio de emendas parlamentares.

    Segundo Fátima Sousa, diretora da Atenção Básica da FMS, desde janeiro de 2025 já foram realizados reparos estruturais e manutenção elétrica/ hidráulica em diversas unidades, como as UBS Saci, UBS Estaca Zero, UBS Cristo Rei, UBS Nova Teresina, UBS Cacimba Velha, UBS Santa Clara, UBS São João, UBS Cerâmica Cil, UBS Vermelha, UBS Buenos Aires, UBS Karla Ivana e UBS Boquinha. “Essas intervenções representaram um esforço significativo da nossa própria equipe, que se dedicou intensamente para garantir melhorias imediatas no funcionamento das unidades. O impacto foi direto na rotina dos serviços, criando melhores condições de trabalho para os profissionais e mais qualidade no atendimento à população”, destacou.

    A presidente da FMS, Leopoldina Cipriano, reforça o compromisso da instituição em recuperar e modernizar gradativamente a rede de saúde. “Recebemos muitas unidades com estrutura bastante deteriorada, o que comprometia a qualidade do atendimento. Nosso esforço tem sido no sentido de revitalizar esses espaços, oferecer ambientes mais acolhedores e garantir que cada cidadão que procure uma UBS em Teresina encontre um local digno e preparado para cuidar da sua saúde”, afirmou.

    Foto: FMSFMS inicia reforma de três UBS e prevê obras em outras 19 unidades de Teresina
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