2011-12-14 17:34:00 Maçonaria

Carlos José Fala Sobre os Trinta Anos de Fundação da “Independência”

Por ocasião da festividade comemorativa ao Jubileu de Pérola da Loja Independência nº 25, de Teresina, jurisdicionada pela Grande Loja Maçônica do Piauí, realizada no dia 07.12.11, o maçom Carlos José de Sousa (foto), Paster Master da Oficina e titular da Cadeira nº 13, da Academia Piauiense de Mestres Maçons, que tem como Patrono José Maria dos Santos, apresentou em forma de discurso digno de nota, um lúcido e sucinto memorial sobre a trajetória da Loja, durante os seus 30 anos de existência.

Carlos José enfeixou, em sua peroração, aspectos filosóficos e históricos, ornamentados de sentimentos de reconhecimento e gratidão a todos aqueles que contribuíram com o sucesso da entidade em festa.
Vejam-se trechos do discurso.

Da introdução:
“A magnitude do homem repousa na sua inesgotável capacidade de trabalho, centelha de sua herança divina. A partir, pois, do labor, desde que este seja direcionado ao bem-comum, onde o seu reformador da vida e do mundo que o cerca. E maior será o homem quanto mais transcendente for a sua alma; quanto mais universal e humanizante for o seu trabalho.”

Dos precedentes da Loja:
“Lançando um olhar reminiscente sobre uma jornada marcada por anseios, expectativas e árduo trabalho que assinalam os 30 anos de história da Loja Maçônica Independência nº 25, recordo-me, hoje, dos dias distantes e difíceis em que... um grupo de irmãos liderados por Ubirajara Santos Leite (in memorian), Francisco das Chagas Lopes, Edilson José Batista, Francisco das Chagas Tavares, José Borges e outros, iniciaram essa sublime missão, ainda na Loja “Mestre Júlio Mendes Vieira nº 8” do oriente de Teresina, e então aceitaram a incumbência de cobrir novos largos horizontes pautados na lisura, na humildade, e na discrição que devem nortear todo trabalho desinteressado e de elevado conteúdo altruístico.

Calcados nesse objetivo que se constituía no anseio maior daqueles irmãos, a idéia que, inicialmente poderia não passar de um mero sonho, pela dimensões que assumira, transmutou-se em plena realidade e vitória.

Assim, precisamente no dia 08 de dezembro de 1981, consumava-se, de maneiro efetiva, a fundação da Loja Independência nº 25, tendo como primeiro Venerável Ubirajara dos Santos Leite”.

Do retorno:
“Em novembro de 1985 foi devolvida à Grande Loja Maçônica do Piauí a Carta Constitutiva de Loja para que pudesse soerguer a Loja Independência nº 25, dissolvida após um rompimento com a Grande Loja. O Sereníssimo Grão Mestre Ernâni Napoleão Lima, conseguiu, após vários contatos, oriundos do interior, que até então não haviam se filiado a nenhuma Loja da capital. Em 11 de fevereiro de 1986 foi realizada a primeira reunião, entre aqueles irmãos e o Grão-Mestre (...).

Depois de assumido o compromisso de soerguer a Loja, foi escolhida a primeira diretoria que iria dirigi-la até a próxima eleição, a ser realizada no mês de maio, que ficou assim constituída:
Venerável – Manoel Luarddo Pinheiro
1º Vigilante – Carlos José de Sousa
2º Vigilante – Nelson de Alencar
Orador – João Meneses da Silva
Secretário – Osvaldo Pierotti”.

Da primeira sessão da Loja soerguida:
“A primeira sessão, após a formação da nova diretoria, foi realizada em 15.03.1986, presidida pelo Sereníssimo Grão-Mestre Ernâni Napoleão Lima”

Da galeria de Veneráveis:
“Galeria de Veneráveis da Loja Independência nº 25, a partir de seu soerguimento.
1986-1988 – Manoel Luardo Pinheiro
1988-1990 – Raimundo Nonato Cardoso Almeida
1990-1991 – Osvaldo Pierotti
1991-1992 – Nelson de Alencar
1992-1994 – Antonio de Araújo Rocha
1994-1996 – Manoel Luardo Pinheiro
1996-1997 – Antonio de Sá Camarço e Carlos Fernandes Frazão
1997-2000 – Carlos José de Sousa
2000-2002 – Afrânio Kleber de Brito
2002-2004 – Kleber Cavalcante de Luz
2004-2006 – Agenor dos Santos Malaquias e Antonio Ivan e Silva
2006-2007 – Luiz Augusto Guerra Filho
2007-2010 – Murilo César M. P. de Melo
2010-2012 – Jaime Lopes de Sousa Júnior”.

Da conclusão:
“Portando, a Maçonaria é uma escola não só de moral, como de filosofia social a espiritual, guiando os seus membro à prática e aperfeiçoamento dos mais elevados deveres do homem na sociedade e na família.”


  

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