2010-09-07 07:30:00 Como Ser Feliz

Feliz Dia da Independência

Hoje é um dia muito especial para todos nós. Hoje é Sete de Setembro. Refletindo sobre o sentimento de brasilidade verde amarela neste início do Século XXI, encontrei na rede mundial (que estou postando abaixo) um belíssimo texto de uma menina de apenas 14 anos que venceu um concurso de redação na rede municipal de ensino da cidade de Joinville (SC), que se inspirou na letra do nosso Hino Nacional para falar sobre o tema proposto “Daí pão a quem tem fome”, além de trazer os verdadeiros significados de civismo e patriotismo. Infelizmente não foi declinado o nome desta jovem heroína brasileira.
 

‘Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar: O que houve, meu Brasil brasileiro? Perguntei-lhe!
E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo…
Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores. Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.
Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?
Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil.
Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.
Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim. Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei… Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais... Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?
Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido. ’

Que neste ano de 2010, início do Século XXI, possamos fazer jus às cores da nossa amada Pátria para que o verde de nossas matas continue sendo a cor da esperança em dias melhores para o nosso povo e nossas instituições.
Que o amarelo de nossas riquezas represente a preservação do talento de nossos brilhantes jovens e ouro das nossas riquezas.
Que o azul do nosso amado pendão reflita o infinito de nosso potencial e da sagrada proteção que vem do Céu para nossas famílias.
Que o branco e as estrelas que estão gravadas em nossa bandeira sejam um sinal legítimo da pureza de sentimentos e competência de nossos governantes e mandatários para tornar este dia para sempre um Feliz Dia da Independência para todos nós.
 

Brasil, um filho seu nunca foge à luta.


 

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