2011-01-13 18:01:00 CRIME ORGANIZADO

Correia Lima teria determinado execução de Arias Filho

11/9/89. O delegado Arias Filho tinha consciência de que estava marcado para morrer. Indiciara o então major Correia Lima como mandante da morte do policial civil Leandro Sanfonelli.

Cortou o cabelo no Salão Social, fez a barba e aparou as unhas. Enquanto isso, o PM Raimundo Moreira do Nascimento chegou à Secretaria de Segurança procurando por ele. Por volta de 11h30min, entrou no bar, cumprimentou o dono - Hermógenes do lado de dentro do balcão -, pediu um cafezinho.

Ao entrar, já de arma em punho, o PM chamou Arias pelo nome. O delegado foi atingido pelo primeiro disparo nas costas. O segundo tiro atingiu, na parede do bar, um retrato de dona Myrian, ex-candidata à prefeitura. O terceiro tiro atingiu Arias Filho à altura do tórax.

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