Correia Lima e seu dito "perigoso esquema" são responsabilizados ainda pelas mortes de “Perbuário” e “Luís 21 Dedos”, que foram trucidados antes de prestarem depoimento à Polícia Federal sobre o envolvimento do coronel com o crime organizado, inclusive envolvendo a participação do mesmo em roubo de cargas. O assassinato do engenheiro da Telemar José Ferreira Castelo Branco é atribuído ao grupo, tendo José Enílsou Couras, o “Courinhas”, como o principal acusado. O engenheiro foi morto enquanto fazia cooper pela manhã e recebeu um balaço na cabeça à queima-roupa. O promotor Eliardo Cabral denunciou a mulher da vítima como mandante, Correia Lima como agenciador e Francisco Moreira como executor.