Google+ levanta debate sobre relacionamento. Saiba mais!
Especialistas discutem classificação de relações em redes sociais
A chegada super celebrada da rede social Google+ abriu um debate sobre a diferença entre amigos e conhecidos. Qual é exatamente a diferença?
"Se um homem não faz novos contatos à medida que avança pela vida, rapidamente se verá sozinho", disse Samuel Johnson, escritor inglês do século 18. "Um homem deve cultivar constantemente suas amizades".
O comentário ganha novo significado na era do Facebook, quando é comum que pessoas tenham centenas de "amigos". Mas estes não são amigos no sentido convencional. A principal novidade do Google+ é que o site exige que os usuários arrumem seus contatos em categorias diferentes, ou "círculos". O novo usuário tem a opção de ter amigos, família ou conhecidos, e é encorajado a criar novos círculos sob títulos que ele próprio escolhe.
Aficcionados pelo Facebook diriam que é possível criar grupos no Facebook, mas alguns acham que essa opção é um pouco complicada. O Google+ parece guiar o usuário por este caminho, para que ele possa enviar mensagens a contatos específicos.
"Entendo a lógica da divisão do Google. Amigos e família são grupos bastante isolados um do outro, com os quais você se relaciona de formas diferentes", diz o professor Robin Dunbar, autor de "De quantos amigos uma pessoa precisa?". Ele argumenta que acima de 150 pessoas – grupo feito de "íntimos", familiares e amigos – o que as pessoas realmente têm são "conhecidos que cumprimentamos com um aceno de cabeça".
Deixe seu comentários usando o Facebook




