Boletim dos Municípios: mais um produto do 180graus
O 180graus preparou o Boletim dos Municípios que já está na gráfica. O projeto visual foi desenvolvido por mim eas reportagens ficaram a cargo de Isabel Ribeiro, Elizabeth Araújo, Geysa Silva e Gil Oliveira. O material, pra variar, está de primeira. É só esperar a próxima semana pra conferir. Enquanto isso, dê uma espiadinha na capa.
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+ Design: Logotipos de empresas inspiram design de motos
O designer de motos conceituais e manufaturadas Barend Massow Hemmes, dono da Massow Concept Bikes, inspira-se em logotipos icônicos de grandes empresas para criar os desenhos de suas motocicletas. Os carros chefes do empresário são as motos Leaping Jaguar, baseada no logotipo da empresa automotiva Jaguar, e a Charging Bull, inspirada pelo logotipo do energético Red Bull. As motos são de ferro inoxidável e tem motor de 1200 cilindradas, e custam o equivalente a R$ 988 mil.
Outros desenhos da Marrow Concept Bikes, ainda não realizados materialmente, envolvem inspiração em logos da Audi, Ferrari e Bentley, entre outros. O projeto da Leaping Jaguar começou em 2006, após Barend comprar um antigo e grande logo de plástico da Jaguar que fazia parte de uma concessionária que havia fechado. Entretanto, ele só conseguiu concluir o projeto quase três anos depois, com a consultoria de outra empresa, a Polar Cycles. Graças à Leaping Jaguar, conseguiu fundar a sua própria empresa de design de motos em 2008.

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180graus promove curso de Design com Mestre e Diretor de Arte
O 180graus dará início ao curso de Design no dia 18/01/2010, com o intuito de apresentar a teoria na prática. Resolvemos fazê-lo ao perceber que muitos dos candidatos ao cargo de designer têm domínio dos softwares, mas não têm domínio da teoria. Isso quer dizer que: muita gente sabe mexer nos programas, mas não sabe combinar cores, fontes tipográficas, alinhamento e contraste. Assim, supriremos essa carência do mercado. Acompanhe aqui no portal mais detalhes. O curso terá a duração de 30 horas, de segunda a sexta à noite (19h às 22h); será ministrado por mim (mestre em comunicação com passagem pela Miami Ad School/ ESPM) e pelo Cláudio Costa (renomado publicitário do mercado piauiense). Matérias do curso: Teoria do Design Gráfico / Photoshop / InDesign / Flash. R$ 280,00, com premiação de um notebook para o melhor colocado e possível estágio ou contratação pelo 180graus.
b.cool.t: Conheça um boletim cultural virtual bem desenhado
Nos meus tempos de Miami Ad Scool recebia esse boletim por e-mail. Me causou estranheza porque ele tem uma forma de navegar que não é pelas barras laterais verticais, mas horizontais. O conteúdo é muito bom e o design nem se fala. A forma com que a publicidade é colocada, às vezes, nem faz com que percebamos que é publicidade. Ele tem versões para São Paulo, Rio de Janeiro e Buenos Aires. Por tanto, se você vai curtir as férias em algum desses locais, dá uma espiadinha lá.
O que deve ter um bom manual de identidade visual? Confira.
Atuando como professor há 4 anos, vejo que uma das dúvidas de sempre dos alunos é sobre como construir um manual de identidade visual. Selecionei um bom modelo de manual do curso de design da UFPE. Mais uma vez afirmo: é apenas um modelo. Não existe um padrão inflexível. Cada marca é uma marca e o designer é quem decide o que não pode faltar em casa caso.
Livro: Anatomia do Design
O Youtube de revistas é um verdadeiro achado. Encontrei recentemente um livro intitulado Anatomia do Design. É interessante e uma boa leitura. Melhor ainda é ter o impresso.
Confira aí:
20 dicas para um bom design
No Youtube de revistas, encontrei um manual de estilo sobre design gráfico. Está em inglês, mas merece a lida. Selecionei como importante, as 20 dicas para um bom layout segundo o autor:
1. Tenha um conceito.
2. Comunique. Não faça decoração.
3. Tenha uma voz visual.
4. Use no máximo duas famílias de fonte. Ok, talvez três.
5. Use a hierarquia.
6. Explore as cores nas fotos.
7. Se você pode fazer com menos elementos, então faça.
8. Espaço vazio é mágico. Não preencha espaço apenas para ocupar.
9. Use os tipos/fontes como imagem.
10. Tipo só é tipo se utilizado de forma consciente.
11. Seja universal. O layout não é sobre você.
12. Crie contraste e ritmo. Aproxime o que se relaciona e separe o que não se aproxima.
13. Distribua luz e escuridão com fogos de artifício na noite escura ou o nascer do sol.
14. Seja decidido. Faça os elementos parecerem uma coisa ou outra.
15. Meça com os olhos. O design é visual.
16. Crie imagens. Não apenas escaneie.
17. Ignore a moda.
18. Crie dinamismo.
19. Olhe para a história, mas não a repita.
20. Simetria é um demônio.
Visualmente: 10 formas de um jornal se suicidar. Veja.
Parece coisa de louco, mas, sim, existem jornais se matando. Tudo porque não sabem lidar com a Internet como meio de comunicação e acabam metendo os pés pelas mãos. O blog Visualmente, elaborou uma lista com as 10 coisas que um jornal deve fazer para se matar. Confira:
1. Acreditar que o papel e o web são duas versões de um mesmo conteúdo. Fazer os jornais parecerem webpages e as webpages pareceram páginas impressas.
2. Menosprezar o interesse do leitor. Invocar o nome do leitor em vão.
3. Não inovar e nem melhorar a qualidade do produto.
4. Não investir em jornalismo.
5. Insistir que os profissionais trabalhem para dois produtos diferentes de uma vez. Isso traz o mínimo de resultado.
6. Apoiar a difusão de elementos sem sentido quando comparado ao que se vende.
7. Não assimilar corretamente a perda de poder e influência.
8. Não escutar os jovens.
9. Esquecer-se do sentido do humor e do entretenimento.
10. Ficarem tão tranquilos durante anos, achando que iria ocorrer uma transferência natural da verba publicitária de um meio a outro, quando, (Surpresa!) o Google já estava coletando essa verba.
Fica a dica para os jornais locais: a Internet já é o presente.
Photoshop e direitos autorais
O photoshop e a Lei de Direito Autoral
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Fotógrafos americanos estão pressionando as principais editoras de revistas dos Estados Unidos para que estas, ao publicarem suas fotos comprometam-se a divulgar se a imagem foi, ou não, alterada via photoshop. Essa exigência, que pode se tornar lei, nos Estados Unidos, é decorrência direta de dois escândalos ocorridos no final do ano passado.
O primeiro envolveu a foto da campanha publicitária da marca Ralph Lauren, onde o quadril da modelo que fez a campanha foi de tal forma reduzido, via photoshop, que causou indignação mundial por ser biologicamente impossível e por induzir o público feminino a um padrão de beleza inatingível. O segundo escândalo envolveu a foto da capa da revista W, com a atriz Demi Moore, que teve sua foto totalmente alterada e retocada de tal forma que a tornou incrivelmente jovem para os seus 46 anos de idade.
Em nosso país, a Lei de Direito Autoral, Lei 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, é muito clara quanto a essa questão e em dois artigos. O artigo 24, diz expressamente que: “São direitos morais do autor IV - o de assegurar a integridade da obra, opondo-se a quaisquer modificações ou à prática de atos que, de qualquer forma, possam prejudicá-la ou atingi-lo, como autor, em sua reputação ou honra; e V - o de modificar a obra, antes ou depois de utilizada”.
Já o artigo 79, determina que “o autor de obra fotográfica tem direito a reproduzi-la e colocá-la à venda, observadas as restrições à exposição, reprodução e venda de retratos, e sem prejuízo dos direitos de autor sobre a obra fotografada, se de artes plásticas protegidas. Parágrafo 1º. A fotografia, quando utilizada por terceiros, indicará de forma legível o nome do seu autor. Parágrafo 2º. É vedada a reprodução de obra fotográfica que não esteja em absoluta consonância com o original, salvo prévia autorização do autor”.
Ou seja, caso ocorra a alteração de uma fotografia sem a autorização expressa de seu criador, pode este ajuizar uma ação de indenização por dano moral contra o autor da alteração de sua obra e assim garantir os seus direitos morais. Mas apesar de a legislação brasileira preservar os direitos dos fotógrafos brasileiros quanto à integridade de suas obras, há mais de uma década, ainda, são raras as ações de indenização por danos morais em nosso sistema judiciário.
Enquanto o Brasil ainda engatinha em termos de reivindicações dos direitos de autor, assistimos ansiosos as mudanças que se fazem presente nos Estados Unidos e que certamente vão resvalar na legislação nacional.
Falta da vírgula em uma diagramação pode comprometer o texto
Muita gente não dá valor a uma vírgula. Alguns designers chegam a ignorá-la, assim como o ponto. No entanto, encontrei um vídeo que expressa a real importância desse elemento gráfico e, como podem ver pelo vídeo, sonoro. Agora, antes de cortar aquela vírgula para a frase caber em uma linha, pense e repense. Vale a pena?
Carousel da Philips é show de Direção de Arte
Este é um dos filmes publicitários mais interessantes que já vi. Perceba que ele promove um produto sem necessariamente divulgá-lo. Gera disse-me-disse. Ele foi veiculado apenas na Internet e o sucesso foi tão grande que ganhou Cannes. Preste atenção na detalhada direção de arte.
Computer Arts Brasil traz dicas para designers. Veja!
A Revista Computer Arts Brasil traz dicas para os profissionais da área que trabalham por conta própria. Geralmente é um trabalho bem remunerado nos grandes centros, onde, por projeto, chega-se a ganhar R$ 10 mil. Na nossa realidade isso é praticamente impossível, mas ficam as dicas:
1. Seja seletivo: não aceite qualquer trabalho.
2. Planeje: sua carreira deve ser planejada e você deve cumprir prazos sempre.
3. Não force a barra: não seja mala. Reconheça seu limite e tente crescer sempre.
4. Contatos são cruciais.
5. Um passo depois do outro.
6. Seja profissional: faça um contrato, não se vista como um skatista tatuado ou um emo modelete. Trate seu trabalho como um negócio.
7. Motive-se.
8. Tenha calma.
9. Promova-se bem.
10. Expanda sua rede de contatos.
Música que inspira: A trilha sonora para criação
A música é uma boa fonte de inspiração. Um amigo que trabalha na agência África em São Paulo, me disse que nas entrevistas de seleção para criação, sempre perguntam o que o candidato gosta de ouvir. Ele me confidenciou que uma menina respondeu que ouvia James Blunt e foi desclassificada. Então eu perguntei: "Ela devia ter respondido o quê?". Ele me disse que o pessoal da África compartilha as listas de músicas, o que faz com que todo mundo escute de tudo um pouco, mas não James Blunt. Eu insisti na pergunta. Ele respondeu: "Se ela tivesse falado Beirut, ela tinha passado". Sendo assim, eu tinha ficado reprovado também. Porque até aquele momento, eu nem sabia que existia essa banda. Fui conferir. E não é que é legalzim mesmo? Meio deprê, é verdade, mas ajuda na concentração. Vale a pena conferir. Mas pra quem não gostar não tem problema. Ele me disse que na agência dele a música do "Red Label ou Ice" também faz sucesso. Essa tem mais a ver com a gente, né?
O papa do design mundial fala o que faz para ser criativo
"Ele é o cara". Isso seria possivelmente o que eu falaria para algumas pessoas se me perguntassem sobre Philippe Starck. Esse cara é o papa do Design no mundial e já projetou de grandes hotéis - como o Fasano no Rio de Janeiro - a espremedor de frutas. A última edição da Revista Isto é Platinum (Editora Três, R$ 17,90) traz uma entrevista com esse senhor que afirma: "tenho de seis a sete ipods pro caso de algum faltar bateria", "adoro cozinhar e posso fazer um jantar para 30 pessoas em 30 minutos" e, a pérola maior, "entre todos os aromas possíveis, meu preferido é o odor que exala do corpo humano". A matéria vale a pena ser lida, e como diz um amigo meu: "encontre tempo pra ler. Sua vida fica mais fácil. Pode apostar". Valeu pelo toque, hein?
Revista Vitrine está encartada no Diário do Povo
Está encartada em todos os jornais "Diário do Povo", a revista Vitrine. O layout foi desenvolvido por mim tendo como referência os conhecimentos adquiridos no meu mestrado em Comunicação na Cásper Líbero - SP e no meu curso de Direção de Arte da Miami Ad School/ESPM. Espero que todos possam fazer a primeira leitura (visual) de uma forma gostosa. Pegue a sua e bom apetite.
Confira em primeira-mão: capa da revista Vitrine!
A tão esperada e comentada capa. .jpg)
Banco de Imagens Free resolve nossos problemas
Não tem jeito. Sempre se quer gastar pouco e ganhar muito. Então, fica a dica: se quer desenvolver um projeto rico em imagens sem gastar um tostão comprando-as, visite o http://www.sxc.hu/. Lá você encontra imagens em grande resolução para aproveitar em seu projeto gráfico.
A ANER escolhe a capa de revista do ano de 2009
No III Fórum da Associação Nacional de Editores de Revista foi eleita a capa do ano de 2009. A escolhida foi a capa da edição especial de Época sobre a tragédia do voo da Air France. Eu estive lá e posso garantir, entre as competidoras, essa realmente era a melhor. ![]()
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Mario Garcia: grande nome do design gráfico
Mário Garcia é, sem dúvida, o maior designer editoral que existe em atividade. Ele é o responsável pelo design dos maiores e melhores jornais do mundo. Aqui no Brasil, ele desenvolveu a grande reforma gráfica da Folha de S. Paulo em 2006. Para a alegria dos pobres mortais, como nós, o guru publicou um livro inteirinho na Internet dando dicas de um bom design para jornais e revistas. É só clicar aqui e fazer seu download. Aproveite.
Boa novidade no PI: A revista Vitrine já está na gráfica
A mais nova revista do Piauí já está na gráfica e estará nas suas mãos na próxima semana. O design, desenvolvido por este que vos escreve, está de encher os olhos (modéstia à parte). Por enquanto, o que eu posso mostrar pra vocês é como estará nossa logo na capa:.jpg)
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Estamos precisando de designer gráfico ou diretor de arte
O portal 180graus está procurando profissional da área para atuar em novos projetos. Quem estiver a fim de participar do processo seletivo, é só mandar um e-mail com currículo e portifólio online para: edmundomendes180@gmail.com.
Quem ainda não tiver o portifólio digital e quiser criar um, basta ir no Carbonmade e fazer o seu. É fácil. O meu está lá. E tenho esse aqui também.
Previsão para o futuro da comunicação
O futuro da comunicação é incerto, mas não faltam perspectivas. Confira esse vídeo que faz pensar e começa afirmando: "O homem é Deus".
De onde vem a inspiração do criativo?
Para alguns, a criatividade é coisa de momento, sorte, coisa do acaso. Mas diante de algumas experiências profissionais, garanto: criatividade vem da dedicação, do tempo gasto em pesquisa, de responsabilidade e disciplina. Muita gente afirma que a criatividade depende da inspiração. Concordo até certo ponto, desde que não se use a falta de inspiração como motivo para a não-criação. Todos precisamos descobrir o que nos inspira: uma gota de orvalho ou os R$ na conta bancária? Para mim, a inspiração vem olhando o trabalho dos outros. Sempre dá pra mudar alguma coisa, e daí, surge algo novo.
O creattica é um ótimo site para a busca dessa inspiração. Tem muito material de papelaria. Confere aí.
Revistas Digitais: você pode ter a sua
É tendência nos dias atuais existir a versão digital de grandes revistas. A editora Abril sabe bem disso e tem disponibilizado seu material por meio de páginas digitais. O que pouca gente sabe, é que existe um gadget que permite que você publique seu material, mesmo sem fazer parte de uma grande editora ou portal. Esse gadget é o Issuu. Parece um youtube de revistas. O usuário se cadastra, envia seu material em pdf e pronto, o programa já deixa seu impresso com a cara do digital. Para conferir acesse: http://issuu.com/ . Em que isso melhora a vida do designer gráfico? Ora, a publicação de portfolio fica muito mais interessante.
Os movimentos artíticos e o design gráfico
Os movimentos artísticos do início do século XX contibuiram para a contrução do design gráfico atual. Falaremos sobre os mais influentes a partir de agora.
O Art Nouveau adotou um excesso de adornos eenfeites que não tinham função alguma além de decorar, e é criticado por alguns estudiosos das artes justamente por essa falta de função. As formas femininas e as letras desenhadas eram exaustivamente utilizadas e os elementos sempre ganhavam curvas e sinuosidade.
Os artistas de pôster desse período demonstraram a liberdade estética e a ousadia criativa que se seguem ao primeiro contato com uma inovação técnica na área de produção e reprodução gráficas. Quando os artistas, em vez de utilizar caracteres tipográficos, desenhavam eles mesmos as letras dos textos, e quando se responsabilizavam por cada elemento no design que deveria ser reproduzidopela máquina, estavam praticando aquilo que mais tardeficou conhecido como design gráfico (HOLLIS, 2005, p.11).Ao chegar ao Brasil, o Art Nouveau influenciou os projetos gráficos impressos - livros, revistas ou jornais. Nos livros e revistas, a sua influência era mais visível nas capas. Nos jornais estava presente nas bordas de algumascolunas ou nos anúncios.
Nas primeiras décadas do século XX e principalmente após a semana de arte moderna de 22, surgem muitas revistas com inspirações visuais claramente no Art Nouveau, tais como: A Maçã, O Malh, Kosmos etc.
É possível verificar nos jornais, também, as características domovimento, principalmente no cabeçalho, onde há o nome da publicação.Isso é visível no jornal Folha da Noite de 1921, antecessor doFolha da Manhã e Folha da Tarde que mais tarde, na década de 60, dariam origem à Folha de S. Paulo.
Os estilos mais utilizados pela imprensa brasileira no início do século XX foram o Art Nouveau e o Art Déco. O Art Nouveau está associado na imaginação popular com a sinuosidadede formas botânicas estilizadas, com uma profusão de motivos florais e femininos em curvas assimétricas e cores vivas (...). O art nouveau também abrange a austeridade de formas geométricas e angulares, a contenção de contorno pronunciadas, a severidade de planos retos e delgados(CARDOSO, 2004, p. 86).
Já o Art Déco, foi um movimento da década de 20, que dialogou com as características do Art Nouveau. Aquele é mais funcional, mais geométrico, menos ornamentado e menos floral que este último. Pode-se afirmar que existem mais semelhanças que diferenças entre eles (CANTARELLI, 2006)
Existe cópia no design?
Todo criador que executa um layout bem realizado possui um estilo característico derivado de sua experiência de vida, de seu gosto pessoal e de seu talento. Logo, o contexto no qual está inserido interfere nas suas construções. Isso fica bem evidente quando se observa, por exemplo, layouts de jornais que atingem diferentes tipos de leitores: a diagramação da Folha de S. Paulo difere dos jornais entregues gratuitamente no metrô da cidade de São Paulo, por exemplo. Essa diferença é evidente não apenas por causa do conhecimento de dados estatísticos que o diretor de arte do jornal tem de seu público leitor, mas também por causa da sua percepção sobre esse público leitor, e ela está intimamente relacionada à experiência de vida do criador.
Se o material criado não apresenta tantas diferenças visuais, ou até as apresenta, porém de forma tímida, pode ser entendido como a cópia de uma outra obra. Isso acontece, geralmente, com jornais que “conversam” com o mesmo público. O medo de inovar e conseqüentemente, de perder leitores, pode explicar tal ação. Porém, na atualidade, fica difícil discernir o copiador e o copiado. Isso dificulta a expressão da idéia de forma única e a fácil identificação do objeto gerado.
O que é design?
Foi a partir do aperfeiçoamento da atividade de designer gráficoque se chegou à atual prática da profissão, na qual, a principal tarefa está relacionada a identificar uma composição pela utilização de seus elementos visuais característicos, tais como, tipologia, números de colunas de textos e logotipo.
O design de alguma coisa criada sempre deve estar ligado à funcionalidade da criação. Talvez seja nesse ponto que design se diferencia de arte.
A concepção clássica de design tem a ver com a realização de projetos para a produção em série de objetos por meios mecânicos. Esse conceito foi herdado das práticas comerciais durante a Revolução Industrial. Assim, o design gráfico está vinculado à produção de modelos paraum determinado suporte produzido em série por meios mecânicos.
O design como ferramenta do jornalismo
A linguagem visual do jornalismo impresso e digital pode ser entendida como uma parte dos estudos sobre jornalismo gráfico, uma vez que este compreende os aspectos gráficos - elementos da comunicação visual, princípios básicos ou técnicas do design etc. - existentes nos jornais impressos e em sites de notícias. Pode ser visto ainda, como o ponto de intersecção que aproxima todas as outras categorias do jornalismo. Para um jornalista expor suas reportagens, quase sempre recorre ao visual, seja por meio de textos, infográficos ou animações.
O jornalismo gráfico, do modo como se conhece hoje, deve parte de sua configuração aos estudos sobre design, em especial, ao design gráfico, que passou por alterações a partir de acontecimentos históricos, tais como: o aparecimento das primeiras universidades nos séculos XII e XIII; a invenção da prensa tipográfica por Gutenberg no século XV; a Revolução Industrial no fim do século XVIII e início do século XIX; os movimentos artísticos do começo do século XX; o cinema, o rádio e a TV como meios de comunicação de massa; os movimentos de contra-cultura da segunda metade do mesmo século; e, mais recentemente, o surgimento da Internet.
A Bauhaus influenciou o design grafico





