Matador de Arias recebeu proteção na casa de guarda do Karnak
Diante da casa de guarda, o clima era de guerra. Do lado de dentro, Francisco Moreira protegido pelos colegas de farda. Do lado de fora, delegados armados e prontos para invadir.
O trânsito parou na rua 7 de Setembro. As pessoas gritavam e corriam diante das dezenas de armas e da gritaria dos policiais civis e delegados de um lado e militares do outro.
"Eu matei porque ele me chamou de filho da puta" – afirmou Moreira. "Eu estava como guarda de trânsito e ele, o Arias, me agrediu moralmente." No prédio em frente, rodeado por jardins e fontes de água projetados por Burle Marx, o governador Alberto Tavares e Silva foi obrigado a suspender a solenidade de assinatura de um convênio devido ao alvoroço que tomou conta dos presentes.
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