Correia Lima teria determinado execução de Arias Filho
11/9/89. O delegado Arias Filho tinha consciência de que estava marcado para morrer. Indiciara o então major Correia Lima como mandante da morte do policial civil Leandro Sanfonelli.
Cortou o cabelo no Salão Social, fez a barba e aparou as unhas. Enquanto isso, o PM Raimundo Moreira do Nascimento chegou à Secretaria de Segurança procurando por ele. Por volta de 11h30min, entrou no bar, cumprimentou o dono - Hermógenes do lado de dentro do balcão -, pediu um cafezinho.
Ao entrar, já de arma em punho, o PM chamou Arias pelo nome. O delegado foi atingido pelo primeiro disparo nas costas. O segundo tiro atingiu, na parede do bar, um retrato de dona Myrian, ex-candidata à prefeitura. O terceiro tiro atingiu Arias Filho à altura do tórax.
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